1) Como definimos escopo, formato e estimativas

Escopo sob medida (sem excesso)

O conteúdo é apresentado de forma detalhada, mas a proposta final é definida de acordo com a realidade do time e do ambiente. Isso evita incluir tópicos que não serão usados na prática e ajuda a manter foco em rotinas que geram mais valor para a operação.

  • Diagnóstico inicial: objetivo, contexto e perfil do público.
  • Definição de profundidade: fundamentos, prática e validações.
  • Padronização: checklist, critérios de aceitação e registro do serviço.
  • Limites claros: o que está dentro e fora do escopo.

Modalidades possíveis

A modalidade pode variar conforme disponibilidade e viabilidade técnica. Em treinamentos com prática, o ambiente e os recursos disponíveis influenciam diretamente a dinâmica.

  • In company: realizado no ambiente do cliente, com alinhamento de regras locais.
  • Turma dedicada: agenda definida para um grupo específico, com foco no contexto informado.
  • Parte teórica remota (quando viável): útil para fundamentos, com prática alinhada separadamente.

Estimativas de carga horária podem ser apresentadas na proposta como referência. A confirmação depende de objetivos e profundidade.

2) Instalação e Manutenção de Fibra Óptica em Ambientes Industriais

Treinamento técnico • ambiente industrial

Treinamento voltado a equipes que atuam em ambientes industriais, onde organização, rastreabilidade e segurança são essenciais. O conteúdo aborda fundamentos, boas práticas de instalação e manutenção, inspeção, validação e prevenção de falhas comuns. A abordagem é orientada por processo, com foco em padrões aplicáveis.

2.1 Objetivos

  • Fortalecer entendimento do caminho óptico e de componentes críticos do enlace.
  • Padronizar rotinas de instalação com cuidados mecânicos, organização e identificação.
  • Melhorar disciplina de inspeção, limpeza e verificação de conectores/terminações.
  • Estruturar uma rotina de manutenção e diagnóstico mais consistente e rastreável.

2.2 Ementa detalhada (tópicos)

  • Fundamentos essenciais: componentes de rede óptica, tipos de enlaces e pontos críticos do caminho óptico.
  • Ambiente industrial: riscos, organização, proteção mecânica, roteamento e cuidados com canalização/passagens.
  • Curvatura e tensão: prevenção de micro/macrocurvaturas, acomodação e fixação correta.
  • Conectores e terminações: manuseio, limpeza, inspeção visual, prevenção de contaminação e danos.
  • Inspeção e testes: entendimento de medições, interpretação responsável e validação de instalação.
  • Manutenção: diagnóstico inicial, isolamento de falhas, correções e registro de intervenções.
  • Qualidade e checklist: critérios de aceitação, pontos de verificação e padronização de evidências.
  • Prevenção: causas comuns de falhas e práticas de redução de ocorrências recorrentes.
  • Segurança: boas práticas de conduta, organização do posto e prevenção de acidentes.

2.3 Pré-requisitos recomendados

  • Noções básicas de infraestrutura e cabeamento.
  • Disponibilidade para atividades práticas orientadas e leitura de procedimentos.
  • Familiaridade com rotina de campo (para turmas operacionais).

2.4 Público-alvo

  • Técnicos de instalação e manutenção em ambientes industriais.
  • Supervisores e líderes de equipe que precisam padronizar execução e inspeção.
  • Profissionais de qualidade/inspeção e responsáveis por documentação de intervenções.

2.5 Materiais, prática e logística

Dependendo do formato, pode ser recomendado alinhar previamente materiais e recursos para prática e demonstrações. A lista exata é definida na proposta, de modo a ser compatível com o ambiente e com requisitos de segurança.

  • Ambiente adequado para demonstrações, com segurança e organização.
  • Ferramentas e materiais de apoio (conforme disponibilidade e proposta).
  • Checklists e critérios de aceitação alinhados ao contexto.

2.6 Estimativa de carga horária (referência)

A carga horária pode variar conforme objetivo e perfil da turma. Em proposta, pode ser apresentada como estimativa para orientar agenda (por exemplo, módulos de fundamentos + prática + validação). A confirmação final depende do escopo acordado.

Sem certificação oficial prometida: este site não declara certificação oficial específica. Entregáveis (como declaração de participação) podem ser tratados em proposta, conforme necessidade.

3) Curso Ativação de Clientes em Fibra Óptica: Da CTO ao Wi-Fi Platinum

Treinamento técnico • ativação FTTH

Treinamento voltado ao processo de ativação de clientes em redes de fibra óptica, cobrindo o percurso da CTO ao ponto final e a etapa de Wi-Fi com foco em critérios básicos de cobertura, validação e orientação ao cliente. O objetivo é estruturar um roteiro de ativação mais consistente, reduzindo ruído e ambiguidades comuns no fechamento do atendimento.

3.1 Objetivos

  • Padronizar o passo a passo da ativação com checklist e validações mínimas.
  • Melhorar entendimento de medições e evidências do estado da instalação.
  • Reforçar cuidados no trajeto do drop e organização do atendimento.
  • Orientar comunicação com o cliente com expectativas realistas sobre Wi-Fi e ambiente físico.

3.2 Ementa detalhada (tópicos)

  • CTO e planejamento do atendimento: avaliação inicial e organização do percurso.
  • Instalação do drop: fixação, proteção, cuidados com curvatura e interferências.
  • Entrada do cliente: passagem do cabo, organização e prevenção de danos.
  • Medições e validação: leitura responsável, critérios de aceitação e registro do estado do enlace.
  • Checklist de ativação: antes/depois, pontos de verificação e evidências quando aplicável.
  • Wi-Fi (conceitos práticos): posicionamento, sinais, interferências e limitações do ambiente.
  • Testes simples e orientação: como orientar cliente sobre boas práticas sem promessas.
  • Diagnóstico rápido: causas comuns de instabilidade percebida e como coletar dados do cenário.
  • Fechamento do atendimento: validação final, comunicação clara e registro do serviço.

3.3 Pré-requisitos recomendados

  • Noções básicas de instalação e cuidados com fibra óptica.
  • Experiência ou familiaridade com atendimento em campo (para aplicação imediata).
  • Interesse em seguir roteiro de verificação com padrões mínimos.

3.4 Público-alvo

  • Equipes de ativação FTTH e instalação de clientes.
  • Supervisores de campo e coordenadores de operação.
  • Profissionais de qualidade que precisam alinhar critérios de aceite e evidências.

3.5 Materiais, prática e logística

A prática, quando prevista, deve respeitar a disponibilidade e o ambiente. A lista de materiais e recursos é definida em proposta, evitando exigir itens desnecessários e respeitando segurança.

  • Roteiro de ativação com checklist e validações.
  • Critérios básicos para orientação sobre Wi-Fi e limitações do ambiente.
  • Organização do fechamento do atendimento e registro do serviço.

3.6 Estimativa de carga horária (referência)

A estimativa pode variar conforme profundidade em medições, validação e prática. Em proposta, pode ser sugerida uma estrutura por módulos (por exemplo: fundamentos + prática orientada + fechamento e evidências), sempre como referência.

“Wi-Fi Platinum”: o termo é usado como referência a um padrão de cuidado e validação de experiência, não como garantia de desempenho do Wi-Fi em todos os ambientes.

4) Próximos passos

Como solicitar informações

Para discutir escopo, formato e agenda, utilize canais diretos. Recomendamos que você envie informações básicas do cenário para agilizar uma proposta mais alinhada.

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O que ajuda na proposta

  • Objetivo principal (instalação, manutenção, ativação, padronização);
  • Quantidade de participantes e nível do time;
  • Tipo de ambiente (industrial, campo urbano, FTTH);
  • Dores atuais (retrabalho, inconsistência, falhas, dúvidas recorrentes);
  • Expectativa de logística (in company, turma dedicada, parte teórica remota quando viável).
Nota de transparência: conteúdos e formatos podem ser ajustados conforme proposta. O site não utiliza formulários, não faz redirecionamento automático e não apresenta promessas absolutas.